Viagens
Como acompanhar os custos de uma viagem com seu BYD
Organize os gastos de um percurso específico, diferencie consumo de pagamento e confira o que entra na soma.
Guia prático · 7 min de leitura · Exemplo fictício
1. Defina o que entra na viagem
Comece pelo recorte: de onde você saiu, até onde foi e se a conta inclui só a ida ou também a volta. Se houver paradas, considere os trechos que pertencem a essa mesma viagem.
No custo de uso do carro nesse percurso, reúna energia, combustível quando houver, pedágios e estacionamento. Anote cada despesa uma única vez.
Duas contas separadas
Carro de um lado. Outras despesas do outro.
Alimentação, hospedagem e passeios podem fazer parte do orçamento da viagem, mas mantenha esses valores separados da soma de uso do carro.
2. Estime a energia do percurso
Multiplique a energia consumida no trajeto, em kWh, pelo preço do kWh adotado. Anote a origem desse preço, como a tarifa de casa ou o valor cobrado no eletroposto, e identifique o resultado como estimativa.
Estimativa de energia
kWh consumidos × preço do kWh
Use energia e tarifa compatíveis. Se você adotar uma única tarifa de referência, deixe isso explícito.
Tarifas diferentes mudam a conta. Quando conseguir atribuir a energia usada a cada origem, some as parcelas. Exemplo fictício: 10 kWh a R$ 1,00 + 8 kWh a R$ 2,00 = R$ 26,00. Sem essa separação, informe a aproximação adotada.
Uma recarga inteira pode abastecer vários trajetos. Não atribua todo o valor pago a uma viagem que usou só parte dessa energia. A energia medida no carregador também pode incluir perdas de recarga; registre o critério usado e taxas cobradas à parte. O guia como calcular o custo por km detalha essa conta.
3. No híbrido, some sem duplicar
Some o custo da energia elétrica e do combustível efetivamente consumidos no mesmo percurso. Para o combustível, use litros consumidos × preço por litro. Se não houver uma medição adequada, identifique a quantidade como estimada.
BYD híbrido plug-in
Energia + combustível consumidos
Considere a eletricidade atribuída à recarga externa. A energia produzida pelo motor já tem seu custo no combustível; não conte uma nova compra de eletricidade por ela.
Consumo e desembolso são coisas diferentes. Abastecer 20 L a R$ 6,00 custa R$ 120,00 no caixa. Se o percurso usa 8 L, o combustível consumido nessa viagem custa R$ 48,00. O restante fica no tanque. Com a bateria, vale a mesma lógica.
Não some o abastecimento ou a recarga completos por cima do consumo já calculado. Se o dado de energia não separar sua origem, sinalize essa limitação antes de aplicar a tarifa da recarga externa.
4. Confira pedágios e estacionamento
Para os pedágios, confira as praças ou pórticos realmente percorridos, a categoria do veículo e o sentido da cobrança. Ida e volta podem ter cobranças diferentes; não duplique um valor sem verificar. Para estimar antes de sair, a calculadora de pedágio soma as praças de uma rota.
Compare o valor previsto com o extrato da TAG ou o comprovante. Se houver desconto, registre o valor efetivamente cobrado e confira a regra aplicável àquela passagem. Mensalidade da TAG deve ficar separada da cobrança do percurso.
No estacionamento, use o recibo ou a cobrança final, considerando tempo de permanência, diária e eventuais adicionais. Antes da cobrança, marque o valor como estimado. Depois de conferir, substitua a previsão pelo valor pago, sem somar os dois.
5. Um exemplo de uma única viagem
Cenário totalmente fictício: ida de 240 km em um BYD híbrido plug-in, com uma parada em estacionamento. Todos os números e comprovantes citados abaixo foram inventados para explicar o método.
Exemplo fictício · somente a ida
Energia elétrica
18 kWh atribuídos à recarga externa × R$ 1,20/kWh de referência
Estimado
R$ 21,60
Combustível
8 L consumidos × R$ 6,00/L
Estimado
R$ 48,00
Pedágios da ida
Valor após desconto de TAG, neste cenário
Comprovado no cenário
R$ 32,00
Estacionamento
Cobrança final da parada
Comprovado no cenário
R$ 18,00
R$ 21,60 + R$ 48,00 + R$ 32,00 + R$ 18,00
R$ 119,60
Uso do carro nesse percurso: energia + combustível + pedágios + estacionamento.
“Comprovado no cenário” significa conferido em comprovantes inventados. Nenhum valor é uma cobrança real.
As duas parcelas de consumo são estimadas: R$ 21,60 + R$ 48,00 = R$ 69,60. Pedágios e estacionamento são tratados como conferidos em comprovantes fictícios: R$ 32,00 + R$ 18,00 = R$ 50,00.
Alimentação de R$ 60,00 e hospedagem de R$ 240,00 ficam em outra conta e não entram nos R$ 119,60. A volta também ficou fora do recorte.
Este é o custo de uso do carro considerado para esse percurso, com estimativas e cobranças do cenário. Não é o custo total de propriedade: seguro, manutenção, pneus e depreciação estão fora.
6. Use o Carllog como apoio
Em Viagens, você pode abrir um percurso e consultar distância, duração, consumo e rota exibida. Na demonstração do BYD híbrido, o detalhe mostra kWh e litros separados, além da composição do custo entre energia e combustível e pedágio.


As telas desta página são da demonstração do Carllog, com dados fictícios.
As seções Cargas e Abastecimentos permitem consultar esses registros. Use os dados disponíveis para contextualizar o percurso e confira as tarifas, estimativas e comprovantes que sustentam sua própria conta.
Se o passeio aparecer em mais de um registro, confira quais trechos pertencem ao recorte escolhido e organize a soma com esse mesmo critério.
Leia o que cada indicador inclui
Custo da viagem e valor por km têm escopos próprios
Na demonstração consultada, o pedágio entra no custo da viagem e fica fora do indicador R$/km, conforme a legenda. A soma deste guia também inclui estacionamento e não deve ser confundida com um indicador do aplicativo.
Mantenha estacionamento, alimentação e hospedagem em suas anotações ou planilha. Este guia não pressupõe campos para essas despesas, registros automáticos de cobranças ou precisão garantida dos cálculos.
Recursos conferidos na demonstração pública do Carllog em 21/10/2026.
Veja esses dados na demonstração
Explore os veículos fictícios do Carllog e conheça a tela de viagens.
Conhecer a demonstração